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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

De bicicleta para o trabalho




O Transporte Ativo traz mais uma contribuição para você que deseja saber um pouco mais sobre como conciliar bicicleta e ambiente de trabalho, confira:

Foi ainda em 2008 que, juntamente com o pessoal do Mountain Bike BH, elaboramos o manual "De Bicicleta para o Trabalho". Nele estavam respondidas todas as dúvidas que empregados e empregadores sempre quiseram saber sobre como incentivar o uso da bicicleta como veículo para os deslocamentos ao trabalho.
Agora, quatro anos depois e também logo após a semana da mobilidade, lançamos a versão impressa do manual que contou com o patrocínio do Banco Itaú. Foram apenas 500 cópias dessa excelente ferramenta de promoção ao uso da bicicleta que serão "cirurgicamente" distribuídas. Lembrando que temos ainda a versão em espanhol, lançanda em 2009.

Confira a versão em PDF.

Fonte: Transporte Ativo

terça-feira, 31 de julho de 2012

Bicicleta feita de papelão custa US$ 9 e é super resistente



A bicicleta já virou acessório fashion, roubou a cena em campanhas da Armani e até foi feita a partir de plástico reciclado. Mas o que ninguém (ou quase ninguém) imaginava é que a magrela poderia nascer até do papelão que a gente joga fora. Isso mesmo, o material que não parece nada resistente pode dar vida a uma bike novinha que aguenta chuva e um ciclista de até 140 kg. A criação é do israelense Izhar Gafni, que cansou de ouvir que a ideia era impossível de ser realizada e foi lá e fez.
“Quando eu comecei a perguntar para engenheiros sobre a possibilidade de produzir uma bike de papelão, todos me mandaram embora dizendo ser impossível. Um dia, assistindo um documentário sobre a construção do primeiro avião Jumbo, vi que diziam para o engenheiro chefe do projeto que aquela construção também era impossível. Isso me motivou a experimentar com diferentes tipos de papelão”, diz Gafni no minidocumentário feito pela diretora Giora Kariv (abaixo).
Usando base de papelão reciclado, o inventor criou uma bicicleta ecológica que custa entre de US$ 9 a US$ 12 para ser produzida e que tem potencial para custar até US$ 90 comercialmente. Os segredos para dar resistência e estabilidade à magrela é o modo como são dobrados e encaixados os papelões, além da atenção especial no processo de finalização.

Mesmo com material reciclado, Gafni não descuidou do design e fez questão de dar curvas atraentes ao que pode ser a revolução da indústria ciclística. Além de tudo, o baixo custo afasta a chance de alguém mal intencionado querer roubar sua bike – o que infelizmente acontece diariamente nas cidades mundo afora.
O criativo israelense diz ainda não ter data para começar a produzir a magrela especial em larga escala, mas garante que já existem investidores interessados no projeto. Quando perguntado sobre o que gosta mais em sua criação, ele é direto: “Que é feita de papelão!”
Abaixo, veja o minidocumentário produzido por Giora Kariv e entenda como Izhar Gafni transforma o papelão reciclado em um transporte bonito, prático e 100% sustentável:

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Leia: Calçadas Acessíveis


Calçadas Acessíveis

O Caminho para a Democratização dos Espaços Urbanos

A obra apresenta estudos de casos elucidativos da relação entre cidadania e espaço urbano, as Leis e as suas aplicabilidades no contexto dos municípios brasileiros e procura situar, à luz de exemplos internacionais, o cenário futuro das cidades brasileiras e, particular, de Fortaleza, se as mudanças de paradigmas quanto ao uso do meio ambiente, não forem alteradas.

No fundamental, este livro direciona o olhar múltiplo dos seus autores à pertinência e urgência de se optar por um planejamento urbano sustentável e democrático.

Como adquirir o livro?

O livro Calçadas Acessíveis é uma edição especial patrocinada pelo Banco do Nordeste do Brasil. Para obtê-lo, você pode ligar diretamente para o Instituto da Cidade no número 3253 34 41.



terça-feira, 10 de julho de 2012

Inscrições abertas para o 3º Pedala Fortaleza




Passeio ciclistico acontece nas ruas da Regional I 

A população de Fortaleza já pode se inscrever para a terceira edição do Pedala Fortaleza – Legado da copa, que acontece no próximo domingo (15), nas ruas e avenidas da Regional I. As inscrições gratuitas podem ser feitas através do preenchimento da ficha de inscrição. Cerca de mil pessoas devem participar do passeio de bicicleta. A concentração começa às 7 horas, na Igreja Santa Edwirges (entre o Marina Park Hotel e o Corpo de Bombeiros, na Av. Leste-Oeste). A saída está programada para às 8 horas, partindo em direção à Barra do Ceará, passando pelo Vila do Mar e retornando para a Igreja Santa Edwirges.

No local serão oferecidos à população serviços gratuitos como massoterapia, verificação de pressão, vacinação, saúde bucal, distribuição de mudas e sacos de lixo e orientação sobre cuidados com a dengue. Também haverá apresentação de show musical e atividades recreativas para as crianças.

O 3º Pedala Fortaleza irá estimular a solidariedade e receberá doações de água mineral para serem entregues ao Corpo de Bombeiros e doados às vítimas da seca do Ceará. O passeio é uma realização da Prefeitura de Fortaleza, através da Fundação de Cultura, Esporte e Tursimo (Funcet), da Secretaria de Esporte e Lazer (Secel) e da Gerência Executiva da Copa. 

Credenciamento - O credenciamento acontece no próprio dia do evento, a partir das 6h30. Para participar, os interessados podem preencher a ficha de inscrição ou se cadastrar nas suas respectivas secretarias executivas regionais (SERs). 
  
MAIS
  
O Pedala Fortaleza é uma das propostas surgidas no I Seminário de Planejamento da Copa do Mundo, realizado nos dias 29 de fevereiro, 1º e 2 de março. O passeio pretende ser uma atividade permanente, que convida a população para conhecer mais sua cidade e desenvolver a cultura ciclística. 
  
SERVIÇO 

3º Pedala Fortaleza  

Data: domingo, 15 de julho 
Horário: 7 horas 
Local: Concentração na Igreja de Santa Edwirges (entre o Marina Park Hotel e o Corpo de Bombeiros, na Av. Leste-Oeste)  

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Projeto Bicycle Portraits chega ao Brasil




Pode não ser uma característica de absolutamente todos os ciclistas urbanos, mas fotografar outras bicicletas e pessoas – por diversas motivações – é uma prática bem comum e cada vez mais recorrente entre quem pedala.
Com os fotógrafos Stan Engelbrecht e Nic Grobler não foi diferente. Durante dois anos eles registraram a cultura local e vivências ligadas ao uso da bicicleta na África do Sul e, com o material, produziram uma série de livros chamados de Bicycle Portraits (ou Retratos de Bicicleta).
Stan e Nic publicaram mais de 500 fotos, que mostram a relação dos sul-africanos com suas bicicletas. As imagens são cheias de histórias e sentimentos.
Exposição em São Paulo
Alguns exemplares dos livros serão trazidos e expostos pela primeira vez no Brasil. O evento acontece na Ciclo Vila, Zona Sul da São Paulo, onde Nic Grobler receberá o público para um bate-papo informal nesse nesse sábado, 07 de julho, às 14h30.
A Ciclo Vila fica numa travessa da Rua do Rócio, a R. Dr. José Alves de Souza Neto, 49.

Sobre o projeto
“Quando começamos o projeto Bicycle Portraits, o objetivo era ser um estudo da cultura Sul-africana. Queríamos descobrir quem pedalava, se as pessoas amavam suas bicicletas e, claro, por que tão poucos sul-africanos a escolhem como opção de transporte. Mas Bicycle Portraits se transformou em um retrato de uma nação através das bicicletas que eles possuem e usam todos os dias. Revela todos os tipos de nuances sociais, de classe, históricas e culturais nunca imaginadas” (tradução livre retirada do site do Projeto).
É muito curioso notar o interesse do olhar estrangeiro pela cultura da bicicleta no continente africano. Durante o Dia Mundial Sem Carro do ano passado, a Ciclocidade exibiu o filme With My Own Two Wheels (“com minhas próprias duas rodas”) que conta histórias emocionantes de africanos que mudaram suas vidas – impactando também a comunidade ao redor – por causa do poder revolucionário e de humanização de uma bicicleta.
Por acreditar no potencial que as bicicletas têm de conectar e mudar a realidade das pessoas, o Projeto World Bicycle Relief arrecada fundos no mundo inteiro para montar e distribuir bicicletas às pessoas pobres do continente africano. Um dos exemplares dessa bike, inclusive, foi doada para a Ciclocidade e encontra-se hoje aqui em São Paulo.
“Do outro lado do Atlântico, através da arte, a bicicleta busca ser uma ferramenta de assistência e construção da independência de uma parcela menos favorecida. Essa reflexão é também necessária e está cada vez mais em curso no Brasil, a presença de um ciclista do ‘sul do planeta’ nos ajuda a repensar nossa própria realidade através de um país que tem diversas semelhanças com o Brasil” (trecho retirado do blog da Transporte Ativo em: Bicicleta, ferramenta de aproximação).


Por Aline Cavalcante, publicado no Vá de Bike em 05/07/2012./Fonte: TheFixCityBrasil

domingo, 17 de junho de 2012

2º Pedala Fortaleza - Nem a chuva segurou!


Na manhã desde domingo(17) realizou-se a segunda edição do "Pedala Fortaleza". O objetivo é promover o ciclismo na cidade alertando para a preservação do meio ambiente. Priorizando as áreas verdes da cidade, como o Parque Rio Branco, Adahil Barreto e Parque do Cocó, alguns ciclistas puderam conhecê-los pela primeira vez, apesar de já morarem em Fortaleza.

Durando o percurso, uma forte chuva caiu sobre a cidade, porém os ânimos só aumentaram. Os cuidados foram redobrados pelos agentes da AMC e apoiadores  que mantiveram todo o percurso organizado.

O evento foi promovido pela prefeitura de Fortaleza e contou com a participação da própria prefeita Luizianne Lins, que também pedalou.

Confira algumas fotos:

 

Fotos: Jeiel Nóbrega

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Iniciativas convencem europeus e americanos a trocarem o carro pela bicicleta


Veja as ideias que tiveram benefícios para ciclistas e motoristas:
AMSTERDÃ: ESTACIONAMENTO À VONTADE


HIPERGARAGEM: Estação central de trem de Amsterdã, com 10 mil vagas para bicicleta
A Holanda é o país ocidental que mais usa a bicicleta no dia a dia. Uma das explicações para essa popularidade é a integração promovida, desde a década de 1970, entre o uso de bikes e o de transporte público. Cerca de 40% dos usuários de trem vão até as estações pedalando, pegam o trem, desembarcam e pedalam de novo até o trabalho. Estima-se que em 2020 metade dos passageiros faça o mesmo. Para isso, haja estacionamento. Os arredores da estação central de Amsterdã têm garagens com cerca de 10 mil vagas. Na principal, a Fietsflat, cabem 2.500. Tudo é dividido em seções, linhas e 3 andares. Afinal, na volta do trabalho é preciso encontrar a bike, certo?
POLÍTICAS E RESULTADOS
• Desde os anos 70, a cidade reduz vagas e aumenta o preço de estacionamento para carros no centro
• Viagens de bike eram 25% do total em 1970. Em 2005, 37%
• 77% dos cidadãos com mais de 20 anos têm ao menos uma bicicleta, e metade pedala diariamente
• Acidentes com ciclistas diminuíram em 40% entre as décadas de 1980 e de 2000

PORTLAND: SEGURANÇA NO CRUZAMENTO



PRIORIDADE: Espaço para bikes nos cruzamentos de Portland reduziu acidentes em 31%
Em 2008, dois ciclistas morreram em Portland, nos EUA, atropelados na ciclofaixa por um carro que virava à direita. Cerca de 70% dos acidentes de bike na cidade acontecem em cruzamentos. Por causa disso, a cidade, campeã do pedal no país dos carros, criou 14 bike boxes iguais aos da foto. Ao sinal vermelho, os motoristas param atrás da área verde, exclusiva de bikes, ou ganham multa de US$ 242 (como o carro preto da foto). Em dois anos, a presença de ciclistas nesses cruzamentos subiu 32%, e o índice de conflitos com motoristas caiu 31%.
POLÍTICAS E RESULTADOS
• Cidade tem projetos de incentivo ao uso de bicicletas detalhados até 2030
• 80% das crianças na escola recebem educação sobre segurança para pedalar
• Construiu 200 km de ciclovias entre 1996 e 2006. Hoje, são 466 km
• Uso de bikes para ir ao trabalho dobrou entre 1990 e 2000

COPENHAGUE: SINALIZAÇÃO ESPECIAL



TUDO AZUL | Em Copenhagen, azul chama a atenção para rota dos ciclistas
Uma marca registrada dos cruzamentos de Copenhague, capital da Dinamarca, são as faixas azuis usadas para demarcar a rota de quem pedala. Mesmo com ciclovias e ciclofaixas à vontade, não há como evitar o encontro de carros e bicicletas nesses trechos. Então, a cidade usa a cor vibrante para chamar a atenção de motoristas para os ciclistas e evitar acidentes. Outra medida de segurança usada nos cruzamentos é dar sinal verde para os ciclistas antes — outro modo de priorizar os ciclistas, em relação aos automóveis.
POLÍTICAS E RESULTADOS
• Um terço do orçamento municipal de transportes é voltado para o ciclismo
• De 1995 a 2006, a quilometragem pedalada subiu 44% e os acidentes graves caíram 60%
• 20% do total de viagens são feitas de bike. No dia a dia para o trabalho, elas são 32%
• Uso de bikes entre pessoas com mais de 40 anos aumentou de 25% para 38% entre 1998 e 2005

ODENSE: CAMPANHAS PRÓ-BIKE



MOCHILA E CAPACETE | Campanhas incentivam crianças de Odense a ir pedalando para a escola
A experiência de países europeus mostra que campanhas de incentivo ao uso de bicicletas são parte fundamental das políticas de estímulo às pedaladas. Na Dinamarca, por exemplo, a ONG Federação dos Ciclistas criou uma gincana nacional, que acontece uma vez por ano durante duas semanas, para incentivar crianças a irem de bicicleta para a escola, distribuindo prêmios para as que têm mais alunos pedalando. Em Odense, 26% do total de viagens são feitas de bicicleta. Entre os alunos do ensino fundamental, esse índice sobe para 43%.
POLÍTICAS E RESULTADOS
• Não é possível atravessar o centro de carro. Nas adjacências, estacionar automóveis é caro, bicicletas, grátis
• A cidade subsidia equipamentos de segurança e distribui frutas e doces para ciclistas
• De 1984 a 2002, o uso de bikes na cidade cresceu 80%
• Elas são usadas em um quarto do total de viagens

BERLIM: ALUGUEL SIMPLES E BARATO



CALL A BIKE | Aluguel quintuplicou em Berlim, com sistema moderno nas estações
Sistemas de compartilhamento de bicicletas — que permitem alugá-las num ponto para deixá-las em outro — são mais uma ferramenta importante para popularizar as pedaladas como transporte urbano. A cidade de Berlim, uma das metrópoles que mais investe em bikes no mundo, tem uma das versões mais modernas desse sistema. A Deutsche Bahn, empresa de trens alemã, instalou 3.000 magrelas como as da foto nas estações da capital. O cidadão desbloqueia a bike por celular e paga com cartão de crédito. Para complementar, dá para planejar a rota por ciclovias, no celular, com dados sobre conexões com transportes, velocidade média e tempo de viagem.
POLÍTICAS E RESULTADOS
• Em 72% das ruas da cidade a velocidade máxima é de 30 km/h
• Verbas para incentivar uso de bikes aumentaram 4 vezes de 2000 a 2009
• Viagens de bicicleta subiram de 7% para 10% do total entre 1992 e 1998
• Acidentes fatais com ciclistas caíram 30% entre 1998 e 2004

Artigo: Tarso Araújo/ Fonte: TheFixCityBrasil



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Nova Iorque terá 420 pontos com 10 mil bicicletas públicas



As primeiras estações serão instaladas na parte baixa de Manhattan.

A meta é que até meados de 2013 a cidade ofereça 10 mil bicicletas, que devem ser espalhadas inicialmente por 420 pontos da cidade.

Os locais foram decididos após consulta pública pela internet e reuniões com moradores e associações civis.

Para usar o sistema, será cobrada uma taxa anual de US$ 95 (cerca de R$ 190). Os usuários terão direito a um cartão para desbloquear a bicicleta nos estacionamentos espalhados pela cidade.

Eles poderão pegar o veículo em uma estação, utilizá-lo por 45 minutos sem custo adicional e depois devolvê-lo em qualquer estacionamento.

O preço para o aluguel por um dia será de US$ 9,95 (R$ 20) e para uma semana, US$ 25 (R$ 50). Quem aluga por 24 horas ou por sete dias poderá usar a bicicleta sem custo adicional por 30 minutos.

RIO E SÃO PAULO

No Rio de Janeiro o passe mensal custa R$ 10 e o diário, R$ 5. Em Paris, o uso por um dia sai por 1,70 euro e é gratuito por meia hora. Em Londres, a diária sai por 1 libra.

Em São Paulo, onde já existe o sistema de compartilhamento em estações do metrô, outras iniciativas em parceria com empresas devem dar à cidade cerca de mais 3.000 bicicletas.

O uso entre 30 minutos e uma hora será gratuito. Depois, será cobrada uma taxa.

Em Nova York, segundo a prefeitura, depois que o serviço estiver completamente implementado, a cidade terá o maior programa de bicicletas públicas dos EUA.

"A maioria das viagens (54%) que os nova-iorquinos fazem são de menos de duas milhas (3,22 km), uma distância perfeita para andar de bicicleta", afirma a prefeitura.

Apesar do programa, Nova York não tem ciclovias em todas as regiões da cidade.

Fonte: Mobilize

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Como surgiram as ciclovias holandesas?



A Holanda, ao lado da Dinamarca, é considera o país da bicicleta. Atualmente, sua malha cicloviária chega aos 15 mil quilômetros, distribuídos nos apenas 21,9 km² do território total – o equivalente apenas ao dobro do estado brasileiro de Sergipe.
Mas por que esse meio de transporte se difundiu tanto em solo holandês? Como aconteceu a popularização da magrela no país? O documentário, abaixo, responde a essas dúvidas, mostrando o caminho que a mobilidade da Holanda percorreu até ser mundialmente conhecida pelo saudável hábito de pedalar. Confira!


vídeo original foi feito por David Hembrow e Mark Wagenbuur, e traduzido pelo estudante Joni Hoppen, da Holland Ambassador.


Fonte: TheCityFixBrasil/Foto: Mor

segunda-feira, 30 de abril de 2012

1° #PedalaFortaleza surpreende!



Artigo: Jeiel Nóbrega

Para muitos fortalezenses, o domingo passou longe de ser mais um típico dia caseiro. De todas as partes da cidade, ciclistas compareceram a primeira edição do Pedala Fortaleza. O evento foi organizado pela Prefeitura através da Fundação de Esporte e Turismo em parceria com a Gerência Executiva da Copa. Segundo os organizadores, foram mais de mil ciclistas no último dia 29 de Abril.

A concentração foi em frente ao Estádio Presidente Vargas. Animada por um trio elétrico, a caravana seguiu cidade a dentro de forma organizada, com apoio dos agentes da AMC.

Muitos estavam a "caráter" para o evento. Usavam todos os itens de segurança, roupa especial e aquela pinta de atleta não podia faltar. Para quem não tinha uma bike, poderia alugar num local próximo por um preço que variava entre R$15,00 até R$25,00.

Eram pessoas de todas as idades. Estavam ali para pedalar, se divertir, ter um domingo diferente dos habituais e também para levantar uma série de discussões sobre a questão da mobilidade urbana dentro de Fortaleza.

Numa rápida conversa com alguns ciclistas, as queixas parecem apontar para um norte principal: a educação. Motoristas intransigentes, pedalistas alheios a muitas regras no trânsito somados com o estresse diário e os já conhecidos engarrafamentos na cidade, foram alvo das reclamações.

Fortaleza conta com uma vantagem especial para o ciclismo que é sua posição plana. Na hora de pedalar, isso pode fazer uma diferença e tanto. Porém a cidade também conta com uma desvantagem: o calor. A maioria dos ambientes de trabalho não conta com banheiros que tenham chuveiro ou pequenos vestiários para que o trabalhador usuário da bicicleta possa tomar um banho rápido e seguir aos seus afazeres.

Outra questão levantada foi sobre a arborização urbana. Precisamos de mais árvores! Elas não servem só para deixar a cidade mais bonita. São úteis de diferentes formas. Favorecem o movimento do ar, nos dão sombra(pra quem mora em Fortaleza sabe como isso é importante) ajudando bastante aqueles que não utilizam transporte motorizado.

O diferencial do evento talvez seja o maior incentivo das autoridades para melhorar a prática do ciclismo em Fortaleza e isso se reflete positivamente em seus praticantes. Agora, acreditam os pedalistas, haverão mais eventos em prol do transporte não motorizado pela cidade e isso desperta um sentimento de "é possível nos readaptarmos" a novas realidades.

Confira mais fotos:


Fotos cedidas por Jeiel Nóbrega

sábado, 28 de abril de 2012

Sinta a cidade a sua volta


Vamos nos inspirar hoje?


It's Your Ride



Fonte: Cinecycle

A ordem correta da passagem de marchas