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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

De bicicleta para o trabalho




O Transporte Ativo traz mais uma contribuição para você que deseja saber um pouco mais sobre como conciliar bicicleta e ambiente de trabalho, confira:

Foi ainda em 2008 que, juntamente com o pessoal do Mountain Bike BH, elaboramos o manual "De Bicicleta para o Trabalho". Nele estavam respondidas todas as dúvidas que empregados e empregadores sempre quiseram saber sobre como incentivar o uso da bicicleta como veículo para os deslocamentos ao trabalho.
Agora, quatro anos depois e também logo após a semana da mobilidade, lançamos a versão impressa do manual que contou com o patrocínio do Banco Itaú. Foram apenas 500 cópias dessa excelente ferramenta de promoção ao uso da bicicleta que serão "cirurgicamente" distribuídas. Lembrando que temos ainda a versão em espanhol, lançanda em 2009.

Confira a versão em PDF.

Fonte: Transporte Ativo

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Documentário 'Bicicleta, minha primeira vez' revive a descoberta da bike




Qual a primeira recordação que você tem de uma bicicleta? As respostas de sete ciclistas expostas no vídeo do cinegrafista brasileiro Wev Silva variam desde as primeiras pedaladas, no quintal da casa, até descer ladeira abaixo empurrado pelos amigos. Gravado em Paris, o documentário Bicicleta, minha primeira vez fala sobre os prazeres da descoberta da bike.

Ao longo do vídeo, os depoimentos dos ciclistas (inclusive de um brasileiro, o curitibano Eduardo Serafim) revelam histórias de infância e de como as bicicletas cumpriram papel fundamental na construção de lembranças que eles guardam até hoje.

"Eu me lembro que o meu pai segurava a bicicleta pelo banco e dizia: 'Sim, sim, eu estou te segurando’, mas na verdade não estava, ele já tinha soltado", lembra aos risos um dos entrevistados.

Em comum, os ciclistas também revelaram a sensação de liberdade que só a magrela oferece, além da autonomia e praticidade para os deslocamento urbanos, e das quedas que todos tiveram que enfrentar enquanto descobriam as segredos das bikes. “Mas a gente aprende a se levantar, aprendemos com os nossos erros, que é só ir reto. Uma vez que você consegue, não dá mais pra parar de pedalar”.

Assista ao vídeo (com legenda em português):


Fonte: EcoD

terça-feira, 31 de julho de 2012

Bicicleta feita de papelão custa US$ 9 e é super resistente



A bicicleta já virou acessório fashion, roubou a cena em campanhas da Armani e até foi feita a partir de plástico reciclado. Mas o que ninguém (ou quase ninguém) imaginava é que a magrela poderia nascer até do papelão que a gente joga fora. Isso mesmo, o material que não parece nada resistente pode dar vida a uma bike novinha que aguenta chuva e um ciclista de até 140 kg. A criação é do israelense Izhar Gafni, que cansou de ouvir que a ideia era impossível de ser realizada e foi lá e fez.
“Quando eu comecei a perguntar para engenheiros sobre a possibilidade de produzir uma bike de papelão, todos me mandaram embora dizendo ser impossível. Um dia, assistindo um documentário sobre a construção do primeiro avião Jumbo, vi que diziam para o engenheiro chefe do projeto que aquela construção também era impossível. Isso me motivou a experimentar com diferentes tipos de papelão”, diz Gafni no minidocumentário feito pela diretora Giora Kariv (abaixo).
Usando base de papelão reciclado, o inventor criou uma bicicleta ecológica que custa entre de US$ 9 a US$ 12 para ser produzida e que tem potencial para custar até US$ 90 comercialmente. Os segredos para dar resistência e estabilidade à magrela é o modo como são dobrados e encaixados os papelões, além da atenção especial no processo de finalização.

Mesmo com material reciclado, Gafni não descuidou do design e fez questão de dar curvas atraentes ao que pode ser a revolução da indústria ciclística. Além de tudo, o baixo custo afasta a chance de alguém mal intencionado querer roubar sua bike – o que infelizmente acontece diariamente nas cidades mundo afora.
O criativo israelense diz ainda não ter data para começar a produzir a magrela especial em larga escala, mas garante que já existem investidores interessados no projeto. Quando perguntado sobre o que gosta mais em sua criação, ele é direto: “Que é feita de papelão!”
Abaixo, veja o minidocumentário produzido por Giora Kariv e entenda como Izhar Gafni transforma o papelão reciclado em um transporte bonito, prático e 100% sustentável:

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Desinteresse dos jovens por carros preocupa montadora



Um recente artigo do The New York Times, da jornalista Amy Chozick, é mais uma prova de que os jovens mudaram. A geração entre 18 e 24 anos está se importando mais com os outros e com o mundo em que vivem, superando antigos valores e necessidades de consumo que já não os convencem e, muito menos, os satisfazem. Uma dessas mudanças importantes está no modo com que os jovens se relacionam com a mobilidade.
Há poucas décadas, o carro representava o ideal de liberdade para muitas gerações. Hoje, com ruas congestionadas, doenças respiratórias e falta de espaço para as pessoas nas cidades, os jovens se deram conta de que isso não tem nada a ver com ser livre, e passaram a valorizar meios de transporte mais limpos e acessíveis, como bicicleta, ônibus e trajetos a pé. Além do mais, “hoje Facebook, Twitter e mensagens de texto permitem que os adolescentes e jovens de 20 e poucos anos se conectem sem rodas. O preço alto da gasolina e as preocupações ambientais não ajudam em nada”, diz o artigo.
Para entender esse movimento, o texto conta que a GM, uma das principais montadoras de automóvel do mundo, pediu ajuda à MTV Scratch, braço de pesquisa e relacionamento com jovens da emissora norte-americana. A ideia é desenvolver estratégias adaptadas à realidade dos carros e focadas no público jovem para reconquistar prestígio com o pessoal de 20 e poucos anos – público que tem poder de compra calculado em 170 bilhões de dólares, segundo a empresa de pesquisa de mercado comScore.
Porém, a situação não parece ser reversível. “Em uma pesquisa realizada com 3 mil consumidores nascidos entre 1981 e 2000 – geração chamada de ‘millennials’ – a Scratch perguntou quais eram as suas 31 marcas preferidas. Nenhuma marca de carro ficou entre as top 10, ficando bem abaixo de empresas como Google e Nike”, diz o artigo. Além disso, 46% dos motoristas de 18 a 24 anos declararam que preferem acesso a Internet a ter um carro, segundo dados da agência Gartner, também citados no texto do NY Times.
O que parece é que os interesses e as preocupações mudaram e as agência de publicidade estão correndo para entendê-los e moldá-los, mais uma vez. Só que, agora, com o poder da informação na ponta dos dedos e o movimento da mudança nos próprios pés fica bem mais difícil acreditar que a nossa liberdade dependa de uma caixa metálica que desagrega e polui a nossa cidade.
Jovens brasileiros preferem transporte público de qualidade
Essa tendência de não-valorização do carro já foi apontada também pelos nossos jovens aqui no Brasil. A pesquisa O Sonho Brasileiro, produzida pela agência de pesquisa Box1824, questionou milhares de ‘millenials’ sobre sua relação com o país e o que esperavam para o futuro. As respostas, que podem ser acessadas na íntegra no site, mostram entusiasmo e vontade de transformação, especialmente, frente aos desafios sociais e urbanos como falta de educação e integração.
A problemática do transporte público se repete nos comentários dos internautas no site da pesquisa, que mantém o espaço virtual aberto para todos que quiserem deixar sua contribuição de desejo de mudança para o local em que vivem. A maioria das pessoas que opina enxerga o carro como um vilão que polui e tira espaço da cidade e acredita que a solução está em investimento em transporte público de qualidade. Esse é o desejo dos jovens brasileiros que também já mudaram e agora estão sonhando, mas de olhos bem abertos para cuidar do mundo em que vivem.
Fonte: TheCityFixBrasil/Foto: Fernando Weno

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Quais as vantagens de uma cidade com menos carros?



No dia mundial sem carro, em vez de falar sobre os problemas trazidos pelo uso excessivo dos carros nas cidades – aqueles que já estamos cansados de saber, como trânsito, poluição, danos de saúde pública, etc etc – resolvi falar sobre as vantagens de cidades que se preocupam em promover um uso mais consciente dos carros.
1. Quanto menos carros, melhor para os carros. Há três anos foi feita uma pesquisa em Nova Iorque pela secretaria de transportes da prefeitura que concluiu que mais de 40% das viagens diárias feitas de carro eram de 5 quilômetros ou menos. “Se esses carros que faziam deslocamentos menores saíssem da via, o congestionamento cairia quase pela metade e haveria espaço para que os outros, que realmente percorriam longas distâncias e justificavam o uso do carro”, diz Jeff Risom, planejador urbano do Gehl Architects, de Copenhague, e consultor da prefeitura de Nova Iorque.
2. Ter menos carros em circulação é melhor para a economia. A cidade de Copenhague tentou calcular quanto custava ter carros em circulação, considerando tempo de locomoção, turismo, necessidade de investimento em infraestrutura e saúde pública. O resultado é que a cada quilômetro percorrido de carro, a cidade perde o equivalente a R$ 0,35. O curioso é que a cada quilômetro percorrido de bicicleta a cidade GANHA R$ 0,70, seguindo os mesmo critérios. Considerando que, em São Paulo, 20% dos leitos dos hospitais são ocupados por vítimas do trânsito (poluição e acidentes), talvez o prejuízo de manter tantos carros em circulação na cidade seja ainda maior.
3. Com menos carro nas ruas sobra mais espaço para as pessoas. O dado varia, de acordo com a fonte, mas é fato que algo entre 60% e 80% da superfície da cidade de São Paulo está sendo usada pelos carros, contando ruas, estacionamentos e serviços de montagem, distribuição e manutenção. Com tantos carros assim precisando passar as cidades passam a ter cada vez menos espaços para permanecer. O sumisso dos espaços públicos é uma consequência bem comum do excesso de carros. As cidades viram uma grande área de passagem para ir de casa para o trabalho ou para centros de lazer fechados e controlados (como os shopping centers). Com políticas que diminuem o uso excessivo do carro, como no caso de Londres, que aplicou o pedágio urbano no centro da cidade, os espaços públicos são preservados.
4. A restrição do uso dos carros pode gerar renda para investir em outros modais. Londres criou o pedágio urbano enquanto que Copenhague e Amsterdam instituíram taxas caríssimas de estacionamento nas ruas do centro da cidade (dependendo do dia e do horário chega a custar o equivalente a R$ 30 para deixar o carro estacionado por uma hora). Por um lado são medidas que elitizam o uso do carro. Mas nos três casos a renda gerada é 100% reinvestida em outros modais (ciclovias, estações de metrô, traims, etc). Esse tipo de política garante que, ao mesmo tempo, o uso dos carros diminua e o uso de outros modais seja possibilitado. Ataca diretamente o trânsito e melhora a vida de muita gente.
5. Cidades com menos carros propiciam um ambiente mais criativo. Há um estudo em andamento na London Schools of Economy Cities que deve ser lançado no início do ano que vem e aponta relações entre a divisão modal de uma cidade e a criatividade de sua população. É um estudo polêmico – difícil medir a criatividade, não? – que afirma basicamente que, em uma cidade com mais opções para se locomover, os espaços públicos são mais povoados e diversificados. As pessoas convivem com outras pessoas diferentes delas e isso faz com que sua formação intelectual e suas referências sejam muito mais ricas. Uma cidade com mais opções para se transportar, então, seria uma cidade mais propícia para pessoas mais criativas.
Autora: Natália Garcia
Foto: Rafael Lessa
Postado originalmente por Planeta Sustentável/Cidade para Pessoas

Ser rico e ter carrão é muito “anos 90″


Outro dia, tomando café da manhã na padaria, encontrei um antigo colega de redação. Ele contou que estava envolvido em uma pesquisa sobre novas formas de se relacionar com a cidade. “E qual será o resultado dessa pesquisa?”, perguntei a ele, animada. “Uma campanha publicitária de carros, mas com foco nos jovens”, ele me respondeu.
Claro, fiquei desapontada. Vender mais carros é alimentar um modelo falido de mobilidade urbana que já saturou as vias da cidade. Mas, depois de refletir, concluí que o tal “público jovem” que seria atingido pela campanha JÁ SABE que as cidades estão saturadas de carros. E as empresas montadoras perceberam isso. A GM americana, por exemplo, encomendou uma pesquisa à MTV Scratch (órgão da emissora que realiza pesquisas e indicadores sobre o público jovem) para tentar entender como vender carros à geração nascida nas décadas de 80 e 90. A pesquisa, citada no excelente site The City Fix Brasil, perguntou aos jovens quais eram suas 31 marcas favoritas – e as de carros passaram longe das 10 primeiras.
No Brasil, a agência Box 1824 realizou uma pesquisa chamada O Sonho Brasileiro, em que tentou mapear o perfil dos jovens formadores de opinião da geração atual e seus anseios para o futuro. O padrão dos sonhos dos mais de mil entrevistados pelo país se divide assim:
55% querem formação profissional e emprego (sendo que 24% desejam especificamente exercer a profissão dos seus sonhos)
15% querem uma casa própria
9% querem dinheiro
6% querem constituir uma família
3% sonham com bens de consumo específicos, como carro, moto ou eletrodomésticos
Curioso, não? O carro, que representava o sonho da liberdade para a geração anterior só está nos anseios de 3% dos jovens atuais. A pesquisa mergulhou na história para tentar entender como chegamos ao padrão atual.
A evolução do jovem
De acordo com essa mesma pesquisa, o perfil dos jovens e de suas aspirações foi evoluindo ao longo da história no brasil. Nas décadas de 50 e 60, os jovens buscavam liberdade de escolha e de expressão e, para isso, precisaram confrontar padrões sociais tradicionais e revolucionar costumes. A partir de sua conduta individual, e influenciados por movimentos de contracultura, enfrentaram os moralismos da sociedade. Esse período é marcado por sonhos idealizados.
Em seguida, a década de 70 foi a fase das utopias, dos mártires e das revoluções armadas. Em um Brasil sob ditadura militar, as gerações jovens foram muito influenciadas pela ideologia das revoluções socialistas e pelas lutas armadas contra as demais ditaduras latino-americanas. Os jovens eram movidos por um forte idealismo, com posturas ideológicas fechadas e acreditavam no confronto direto – o que os levou a aderir à luta armada e fez com que fossem, em muitos casos, reprimidos e torturados. O que movia cada jovem era o sacrifício pessoal pelo coletivo, era o sonho de um mundo radicalmente melhor após a revolução.
Quando, então, a ditadura começou a se amainar em direção à redemocratização, os movimentos estudantis foram perdendo sua força. Em paralelo, o país passou por diversas crises econômicas – batendo recordes históricos de inflação – até atingir maior estabilidade financeira com o plano real, em 1994. Os jovens das décadas de 80 e 90 bebem em uma nova influência: a ideologia norte-americana ‘Yuppie’ – individualista, imediatista e competitiva. Esses jovens passam a sonhar com o êxito profissional, o poder de consumo, sucesso e enriquecimento rápido. Deixam de se dividir a partir de ideias político-partidárias ou revolucionárias e passam a integrar inúmeros novos grupos urbanos.
E aí chegamos aos jovens dos anos 2000 e 2010. Em um Brasil muito mais estável economicamente, com o sétimo maior PIB do mundo, os jovens de hoje se deparam com mais ferramentas de ação à sua disposição – e muitos deles partem efetivamente para a ação, sem esperar que mais ninguém faça isso por eles. É uma geração que já nasce conectada ao mundo a partir das redes sociais e que se contrapõe ao individualismo dos pais. É gente que entende o risco de escassez dos recursos naturais do planeta e se apropria de discursos mais conscientes, responsáveis e sustentáveis.
O jovem de hoje
Para a geração atual, o Brasil não é o país do futuro, mas do presente. A pesquisa aponta que 89% dos entrevistados têm orgulho de ser brasileiro e 76% acreditam que o país está mudando para melhor. O jovens atuais se colocam como agentes diretos de microrevoluções. Em vez do individualismo e da busca pelo sucesso ou enriquecimento, é muito mais comum o pensamento que diz “meu bem estar depende do bem estar do outro”. A grande maioria, como mostram os dados citados acima, se preocupa em ter um bom emprego e uma boa formação. E 90% de todos os entrevistados disseram ter interesse em trabalhos que promovam o bem-estar social dos outros.
É nessa atual geração, segundo a pesquisa, que se percebeu um novo personagem: o jovem-ponte. O indivíduo que se relaciona com diversos grupos de influência e atua diretamente para modificar e melhorar a realidade ao seu redor.
Nesse atual panorama, a posse em si dos carros não é vista necessariamente como um problema pelos jovens de hoje. Mas deixou de ser almejada como sinônimo de liberdade – convenhamos: nada MENOS livre do que ficar preso em um congestionamento por algumas horas. Basear a mobilidade urbana de uma cidade no transporte particular feito em carros é insistir na ultrapassada lógica individualista da competição, uma ideia velha que, apesar de ainda nortear as políticas públicas atuais, está fadada à decadência.
Autora: Natália Garcia
Postado originalmente por Planeta Sustentável

Quer poupar? Vá de bicicleta!



Andar por aí de carro está cada vez mais caro. Além dos gastos com combustível, que não param de aumentar, o motorista ainda tem que se preocupar com seguro, IPVA, estacionamento… E ainda tem o tempo perdido nos congestionamentos, e nos dias de hoje, tempo é dinheiro, né?
E como economizar, então? Usando a bicicleta como meio de transporte! Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que ir de bicicleta ao trabalho custa 12 centavos por quilômetro. De carro, esse valor chega a 76 centavos por quilômetro rodado.
Segundo o estudo divulgado em 2011, quem adotar a bicicleta como meio de transporte pode economizar cerca de R$ R$ 2.700 por ano em relação à manutenção de um automóvel.
De acordo com reportagem do O Eco, o levantamento considerou o preço de uma bicicleta nova, a aquisição de acessórios, a depreciação e a manutenção do equipamento, com base em trajetos de 20 quilômetros por dia.
Quer saber, em média, quanto você economiza ao trocar o carro pela bicicleta? Aqui no Eu Vou de Bike, nós temos uma ferramenta que faz esses cálculos por você.
Abaixo, vamos fazer a simulação de uma situação em que a pessoa vai ao trabalho 5 dias por semana, a 7 quilômetros de distância, e também usa a bicicleta para ir até a academia, que fica a 4 quilômetros de distância, três vezes por semana. Veja só:


Em uma semana, apenas nesses dois trajetos, essa pessoa teria pedalado 52 quilômetros. Sabe o que isso significa de economia no bolso, apenas com combustível (sem contar estacionamento, manutenção do carro, seguro, etc)? R$ 16,90! Em um mês, fazendo apenas esses dois trajetos bem curtos, dá pra economizar quase R$ 70 só de combustível! Além disso, nesses 52 quilômetros, a pessoa queimou 3 mil calorias, o que é ótimo para a saúde, e ainda poupou o meio ambiente da emissão de 14 quilos de poluentes.
Viu como é possível evitar que o preço da gasolina tire o seu sono? Quanto mais você pedalar, mais vai economizar. E o único combustível necessário será o arroz e feijão para manter a força nas pernas na hora da subida!
* Atenção: os números da calculadora são aproximados e podem variar, dependendo do preço da gasolina da sua cidade, do nível de congestionamento, do seu preparo físico e do grau de subidas e descidas do percurso

Postado originalmente por Eu Vou de Bike



A ordem correta da passagem de marchas